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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

MENSAGEM DE AGRADECIMENTO AOS NOSSOS VOLUNTÁRIOS

Tornar-se voluntário significa atender à uma vontade que se transforma em um ideal. Ser voluntário, voluntária é conseqüência da tomada de consciência de que podemos tornar o mundo um lugar melhor para se viver.
A cada ano cresce o número de voluntários e voluntárias que contribuem com o trabalho social da REDE FEMININA DE COMBATE AO CÂNCER DE BILAC, que possibilita que sejam beneficiadas mais e mais pacientes e familiares, estes que muitas vezes já perderam a esperança...
E juntos, percebemos que somos bem mais fortes, que podemos ajudar!
A Diretoria da Rede Feminina de Bilac, vem, através desta singela mensagem, expressar toda gratidão à todos que de alguma forma colaboram e tornam possível a realização de nosso sonho de colaborar com o próximo e a realização desse evento, que é esse Chá.
Sem vocês, nossos trabalhos jamais seriam concretizados!
À vocês, voluntários e voluntárias, por perceberem o que ocorre à nossa volta e importarem-se de fato… por buscarem promover uma transformação efetiva através de atitudes e não apenas de discursos... por preocuparem-se com aqueles que no momento precisam mais que nós... por proporcionarem sorrisos as pessoas que acabam por perder a motivação para dá-los... por estenderem a mão, em sinal de solidariedade, a quem necessita…
À vocês, deixamos a nossa homenagem, a nossa eterna gratidão e nosso eterno muito obrigada!!!
Cacilda Pintão Bellinati

terça-feira, 12 de julho de 2016

Telefones Úteis - UOL Serviços



Dúvidas mais comuns sobre o dreno

O dreno é um 'tubinho' fino que é colocado na pele para ajudar a sair líquidos, como sangue e pus, depois de uma cirurgia. Na maioria dos casos, o dreno é inserido abaixo da cicatriz da cirurgia e, é fixado com pontos ou grampos, e pode ser mantido por cerca de 1 a 4 semanas.
O dreno pode ser colocado em várias regiões do corpo e, por isso, existem diferentes tipos de drenos, como o dreno Penrose, Blake, Portovac, Redivac ou Jackson-Pratt por exemplo, que podem ser de borracha, plástico ou silicone.
Tipos de drenos

O dreno não é colocado após todas as cirurgias, sendo usado apenas quando há grandes chances de sair líquidos como acontece em cirurgias abdominais, como cirurgia bariátrica, no pulmão ou na mama, por exemplo.

Que cuidados devo ter com o dreno?

Para manter o dreno funcionando corretamente não se pode quebrar o tubinho ou fazer movimentos bruscos porque pode-se arrancar o dreno e causar um ferimento na pele, por isso é importante manter-se calmo e repousar, caso necessário.
Além disso, deve-se registrar a cor e a quantidade de líquido eliminada e dizer ao médico para ele avaliar a cicatrização.

Como saber se o dreno está funcionando corretamente?

O dreno não deve causar dor, apenas um pequeno desconforto no local que está inserido na pele. Se o dreno estiver funcionando corretamente, a quantidade de líquido que sai deve diminuir com o passar dos dias e a pele próxima ao curativo deve se manter limpa e sem vermelhidão ou inchaço.

Quantos dias tenho que ficar com o dreno?

Normalmente, o dreno é retirado quando parar de sair secreção e caso a cicatriz não apresente sinais de infecção como vermelhidão e inchaço. Assim, o tempo de permanência com o dreno varia com o tipo de cirurgia, podendo variar entre dias ou semanas.

Posso tomar banho com o dreno?

Na maioria dos casos, pode-se tomar banho com o dreno, porém não se pode molhar o curativo porque o risco de infecção aumenta.

Não tomar banho completo
Por exemplo, no caso de ter um dreno no tórax ou abdômen, pode-se tomar banho da cintura para baixo e passar uma esponja na região de cima para limpar a pele.

Tenho que trocar o curativo e o dreno em casa?

Na maioria dos casos não tem que trocar o curativo nem o dreno em casa, devendo ser substituído no hospital ou posto de saúde pelo enfermeiro, sendo que, geralmente, o enfermeiro coloca um curativo resistente e que não precisa ser trocado até à próxima consulta.

Trocar deposito no hospital
Porém, no caso do curativo estar molhado ou se tiver secreções ou se o recipiente estiver cheio, deve ligar para o médico ou enfermeiro para saber se tem que trocar o curativo ou substituir o depósito por outro maior.

Como limpar o depósito do dreno?

Só se deve limpar o recipiente do dreno no caso do médico ou enfermeiro recomendar. Nesse caso, o depósito deve ser esvaziado com uma seringa esterilizada, que deve ser comprada na farmácia e, colocada no buraco ao lado do tubo de plástico ou esvaziando o recipiente, como uma mamadeira, porém é necessário apertar o tubo com uma pinça.
Esta técnica deve ser feita rapidamente para evitar a entrada de bactérias no depósito e nunca se deve puxar o tubo da pele ou lavar o recipiente com água.

Se o local do dreno doer posso colocar gelo?

No caso de sentir dor no local do dreno, não se deve colocar gelo, pois a presença do dreno não provoca dor, apenas desconforto.

Não colocar gelo
No entanto, no caso de sentir dor, é necessário informar rapidamente o médico porque o dreno poderá estar desviado do local correto ou estar desenvolvendo uma infecção e, o gelo não vai tratar o problema, apenas vai diminuir o inchaço e aliviar a dor por alguns minutos e ao molhar o curativo o risco de infecção é maior.

Preciso tomar algum remédio por causa do dreno?

O médico pode recomendar a toma de antibiótico, como Amoxicilina ou Azitromicina, para evitar ou tratar uma infecção que deve ser tomado na maioria dos casos 2 vezes ao dia.
Tomar remédios
Além disso, para diminuir o desconforto, pode recomendar a toma de um analgésico como Paracetamol de 8 em 8 horas.

Que complicações posso ter?

O dreno pode provocar infecções, sangramentos ou perfurar órgãos, porém as complicações são muito raras.

Tirar o dreno dói?

Normalmente, tirar o dreno não dói e, por isso, não é preciso anestesia geral, no entanto em alguns casos, como no dreno torácico pode-se aplicar anestesia local para diminuir o desconforto.
A remoção do dreno pode causar desconforto por alguns segundos, que é o tempo que demora a remover o dreno e para aliviar essa sensação é recomendado respirar fundo no momento em que o enfermeiro ou médico está tirando o dreno.

Depois de tirar o dreno vou levar pontos?

Normalmente, não é necessário levar pontos, porque o buraquinho onde o dreno foi inserido na pele fecha sozinho, sendo apenas necessário colocar um pequeno curativo até fechar totalmente.

O que fazer se o dreno sair sozinho?

No caso do dreno sair sozinho depois da alta do hospital, deve ir rapidamente no pronto socorro. Não deve colocar o dreno que saiu porque pode perfurar algum órgão, apenas deve cobrir o orifício com um curativo até chegar ao hospital. No hospital a equipa médica irá colocar um dreno novo dreno.

Vou ficar com cicatriz no local do dreno?

Em alguns casos, pode ficar com uma pequena cicatriz no local onde o dreno foi inserido.
Pequena cicatriz
A cicatrização da pele onde o dreno estava inserido pode demorar entre 2 a 4 semanas, e quanto maior for a lesão na pele mais tempo pode demorar a cicatrização, mas o consumo de alimentos ricos em proteínas como peito de frango e ovos pode ajudar a acelerar a cicatrização.

Quando devo ir no médico?


É necessário voltar ao médico sempre que ele indicar para trocar o curativo ou tirar os pontos ou grampos. Porém, também deve ir no médico se houver:
  • Vermelhidão, inchaço ou pus em torno da inserção do dreno na pele;
  • Dor intensa no local do dreno;
  • Cheiro forte e desagradável no curativo;
  • Curativo estar molhado;
  • Aumentado a quantidade de líquido drenado em vez de diminuir com o passar dos dias;
  • Febre.
Estes sinais indicam que o dreno não está a funcionar corretamente e pode haver uma infecção, podendo ser necessário adaptar o tratamento. 
Veja outras estratégias para se recuperar mais rapidamente da cirurgia.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Perguntas e Respostas sobre Transplante de Medula Óssea




O que é medula óssea?


É um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por 'tutano'. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. As hemácias transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado. Os leucócitos são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções. As plaquetas compõem o sistema de coagulação do sangue.

Qual a diferença entre medula óssea e medula espinhal?

Enquanto a medula óssea, como descrito anteriormente, é um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo.

O que é transplante de medula óssea?

É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia aguda; leucemia mieloide crônica; leucemia mielomonocítica crônica; linfomas ; anemias graves; anemias congênitas; hemoglobinopatias; imunodeficiências congênitas; mieloma múltiplo; Síndrome mielodisplásica hipocelular; imunodeficiência combinada severa; osteopetrose; mielofibrose primária em fase evolutiva; Síndrome mielodisplásica em transformação; talassemia major, etc. Consiste na substituição de uma medula óssea doente ou deficitária por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma medula saudável. O transplante pode ser autogênico, quando a medula vem do próprio paciente. No transplante alogênico a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.

Quando é necessário o transplante?

Em doenças do sangue como a anemia aplástica grave, mielodisplasias e em alguns tipos de leucemias, como a leucemia mieloide aguda, leucemia mieloide crônica, leucemia linfoide aguda. No mieloma múltiplo e linfomas, o transplante também pode ser indicado.

Anemia aplástica: É uma doença que se caracteriza pela falta de produção de células do sangue na medula óssea. Apesar de não ser uma doença maligna, o transplante surge como uma saída para 'substituir' a medula improdutiva por uma sadia.

Leucemia: É um tipo de câncer que compromete os glóbulos brancos (leucócitos), afetando sua função e velocidade de crescimento. Nesses casos, o transplante é complementar aos tratamentos convencionais.

Como é o transplante para o doador?

Antes da doação, o doador faz um rigoroso exame clínico incluindo exames complementares para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita em centro cirúrgico, sob anestesia, e tem duração de aproximadamente duas horas. São realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 15%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde. Leia mais sobre a doação de medula.

Como é o transplante para o paciente?

Depois de se submeter a um tratamento que ataca as células doentes e destrói a própria medula, o paciente recebe a medula sadia como se fosse uma transfusão de sangue. Essa nova medula é rica em células chamadas progenitoras que, uma vez na corrente sangüínea, circulam e vão se alojar na medula óssea, onde se desenvolvem. Durante o período em que estas células ainda não são capazes de produzir glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas em quantidade suficiente para manter as taxas dentro da normalidade, o paciente fica mais exposto a episódios infecciosos e hemorragias. Por isso, deve ser mantido internado no hospital, em regime de isolamento. Cuidados com a dieta, limpeza e esforços físicos são necessários. Por um período de duas a três semanas, o paciente necessitará ser mantido internado e, apesar de todos os cuidados, os episódios de febre são muito comuns. Após a recuperação da medula, o paciente continua a receber tratamento, só que em regime ambulatorial, sendo necessário em alguns casos o comparecimento diário ao Hospital-dia.

Quais os riscos para o paciente?

A boa evolução durante o transplante depende de vários fatores: o estágio da doença (diagnóstico precoce), o estado geral do paciente, boas condições nutricionais e clínicas, além, é claro, do doador ideal. Os principais riscos se relacionam às infecções e às drogas quimioterápicas utilizadas durante o tratamento. Com a recuperação da medula, as novas células crescem com uma nova 'memória' e, por serem células da defesa do organismo, podem reconhecer alguns órgãos do indivíduo como estranhos. Esta complicação, chamada de doença enxerto contra hospedeiro, é relativamente comum, de intensidade variável e pode ser controlada com medicamentos adequados. No transplante de medula, a rejeição é relativamente rara, mas pode acontecer. Por isso, existe a preocupação com a seleção do doador adequado e o preparo do paciente.

Quais os riscos para o doador?

Os riscos são poucos e relacionados a um procedimento que necessita de anestesia, sendo retirada do doador a quantidade de medula óssea necessária (menos de 15%). Dentro de poucas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada. Uma avaliação pré-operatória detalhada verifica as condições clínicas e cardiovasculares do doador visando a orientar a equipe anestésica envolvida no procedimento operatório. Os sintomas que podem ocorrer após a doação - dor local, astenia (fraqueza temporária), dor de cabeça, em geral - são passageiros e controlados com medicamentos simples, como analgésicos.

O que é compatibilidade?

Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade entre doador e receptor. Caso contrário, a medula será rejeitada. Esta compatibilidade é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossoma 6, que devem ser iguais entre doador e receptor. A análise de compatibilidade é realizada por meio de testes laboratoriais específicos, a partir de amostras de sangue do doador e receptor, chamados de exames de histocompatibilidade. Com base nas leis de genética, as chances de um indivíduo encontrar um doador ideal entre irmãos (mesmo pai e mesma mãe) é de 25%.

O que fazer quando não há um doador compatível?

Quando não há um doador aparentado (geralmente um irmão ou parente próximo, geralmente um dos pais), a solução para o transplante de medula é fazer uma busca nos registros de doadores voluntários, tanto no Redome (o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea) como nos do exterior. No Brasil a mistura de raças dificulta a localização de doadores compatíveis. Mas hoje já existem mais de 21 milhões de doadores em todo o mundo. No Brasil, o Redome tem mais de 4 milhões de doadores. 

O que é o Redome?

Para reunir as informações (nome, endereço, resultados de exames, características genéticas) de pessoas que se voluntariam a doar medula para pacientes que precisam do transplante foi criado o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), instalado no INCA. Um sistema informatizado cruza as informações genéticas dos doadores voluntários cadastrados no Redome com as dos pacientes que precisam do transplante. Quando é verificada compatibilidade, a pessoa é convocada para efetivar a doação.

Doação de Medula Óssea

O número de doadores voluntários tem aumentado expressivamente nos últimos anos. Em 2000, existiam apenas 12 mil inscritos. Naquele ano, dos transplantes de medula realizados, apenas 10% dos doadores eram brasileiros localizados no Redome. Agora há 4 milhões de doadores inscritos. A chance de se identificar um doador compatível, no Brasil, na fase preliminar da busca é de até 88%, e ao final do processo, 64% dos pacientes têm um doador compatível confirmado. O Brasil tornou-se o terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, ficando atrás apenas dos registros dos Estados Unidos (quase 7,9 milhões de doadores) e da Alemanha (cerca de 6,2 milhões de doadores). A evolução no número de doadores deveu-se aos investimentos e campanhas de sensibilização da população, promovidas pelo Ministério da Saúde e órgãos vinculados, como o INCA. Essas campanhas mobilizaram hemocentros, laboratórios, ONGs, instituições públicas e privadas e a sociedade em geral.

Onde posso me inscrever para ser um doador voluntário de medula?

 É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos hemocentros localizados em todos os estados do país. No Rio de Janeiro, além do Hemorio, o INCA também faz a coleta de sangue e o cadastramento de doadores voluntários de medula óssea, de segunda a sexta-feira, de 8h às 12h. Não é necessário agendamento. Para mais informações, ligue para (21) 3207-1580.
Quantos hospitais fazem o transplante no Brasil?

Ao total, são 70 centros para transplantes de medula óssea. Destes, 30 realizam transplantes com doadores não aparentados e estão distribuídos por 8 estados brasileiros e no Distrito Federal.

Quantos transplantes o INCA faz por mês?
A média é de oito transplantes, sendo dois com doadores não-aparentados. Mensalmente são realizados seis transplantes do tipo autólogo (de uma pessoa para si mesma) e com doador aparentado.

O que a população pode fazer para ajudar os pacientes?

Todo mundo pode ajudar. Para isso é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade e gozar de boa saúde. Para se cadastrar, o candidato a doador deverá procurar o hemocentro mais próximo de sua casa, onde será agendada uma entrevista para esclarecer dúvidas a respeito das doações e, em seguida, será feita a coleta de uma amostra de sangue (de 5 a 10 ml) para a tipagem de HLA (características genéticas importantes para a seleção de um doador). Os dados do doador são inseridos no cadastro do Redome e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação. O transplante de medula óssea é um procedimento seguro, realizado em ambiente cirúrgico, feito sob anestesia geral, e requer internação de, no mínimo, 24 horas. Saiba mais.

Importante: um doador de medula óssea deve manter seu cadastro sempre atualizado. Caso haja alguma mudança de informação, preencha este formulário

Informações sobre a doação de medula óssea

Passo a passo para se tornar um doador


  • Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias.
  • Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.
  • Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.
  • Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.
  • Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em cem mil!
  • Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.
  • Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.
  • A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.
  • É muito importante que sejam mantidos atualizados os dados cadastrais para facilitar e agilizar a chamada do doador no momento exato. Para atualizar o cadastro, basta preencher este formulário.
Caso você decida doar
1. Você precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante).

2. Onde e quando doar
É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos hemocentros nos estados. No Rio de Janeiro, além do Hemorio, o INCA também faz a coleta de sangue e o cadastramento de doadores voluntários de medula óssea de segunda a sexta-feira, de 8h às 12h. Não é necessário agendamento. Para mais informações, ligue para (21) 3207-1580.

3. Como é feita a doação
Será retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (5ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais.

Seu sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que podem influenciar no transplante. Seu tipo de HLA será incluído no cadastro.
Seus dados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de transplante de medula óssea constantemente. Se você for compatível com algum paciente, outros exames de sangue serão necessários.

Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para confirmar que deseja realizar a doação. Seu atual estado de saúde será avaliado.

A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Nos primeiros três dias após a doação pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.

Importante

Um doador de medula óssea deve manter seu cadastro sempre atualizado. Caso haja alguma mudança, preencha este formulário.

O Transplante de Medula Óssea é a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e outras doenças do sangue.


quinta-feira, 7 de julho de 2016

Rede Feminina de Combate ao Câncer de Bilac




MISSÃO, VISÃO E VALORES DA REDE FEMININA DE COMBATE AO CÂNCER 

Rede Feminina tem como finalidade estatutária a divulgação do câncer, visando sua prevenção e principalmente o suporte aos doentes e familiares.

Os recursos utilizados são adquiridos com as voluntárias ou arrecadados em campanhas.

A Rede Feminina conta várias voluntárias que se dedicam a receber as mensalidades e doações.

A Rede é devidamente registrada em Cartório, presidida pela Senhora Cacilda Pintão Bellinati.

Doação Mensal ou Periódica:

Você pode colaborar com a Rede fazendo doações mensais a partir de R$ 5,00, procurando algumas das nossas voluntárias ou pode se informar através do nosso site ou Facebook , entrando em contato conosco, enviando uma mensagem.

A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana.

Câncer não é uma sentença, é apenas uma palavra.
Descubra como enfrentar a doença e se tornar um vencedor. 
Entre na causa junto com milhares de pessoas.




Saiba quais os tipos de câncer mais comuns entre as mulheres



Ainda hoje o câncer é considerado uma doença que desperta medos e desesperos para as pessoas diagnosticadas, mesmo sendo uma doença muito comum nos dias atuais.
Dia 28/05 é o Dia Internacional pela Saúde da Mulher. Uma data para nos lembrar sempre que devemos estar em dias com nossa saúde e procurar um médico ao menor sinal de quebra de rotina do seu corpo. Por isso, nesta data fazemos um alerta às mulheres sobre o risco do câncer e sobre a necessidade da detecção precoce para evitar complicações.
Para você ter uma ideia, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a doença é a segunda causa de morte natural no país. Na sua frente estão apenas os problemas cardíacos.
Os cânceres de mama, ovário, pele, útero e colorretal são os que se manifestam com mais frequência nas mulheres. Por tanto, para esclarecer melhor cada um e alertar sobre seus riscos, separamos algumas informações sobre eles.

Câncer de mama

É mais comum após os 30 anos, sendo ainda mais frequente a partir dos 50 anos. A mamografia é o exame indicado para detecção da doença, principalmente a partir dos 40 anos. Um dos hábitos que os médicos estimulam é o autoexame dos seios. Você pode examinar seus seios rotineiramente, usando os dedos para vasculhar, delicadamente, as mamas. Se você notar um espessamento da pele das mamas, secreção saindo dos mamilos ou nódulos, procure seu médico imediatamente.
Saiba que aproximadamente 1 em cada 5 sobreviventes do câncer no mundo diagnosticados nos últimos cinco anos é uma mulher que teve câncer de mama.

Câncer colorretal

O segundo tipo de câncer que mais acomete mulheres no Brasil é o de cólon (uma parte do intestino grosso) e do reto. Os tumores crescem na região a partir de pólipos, um tipo de lesão que geralmente não evolui para o câncer e que é facilmente tratável. Fique atenta para dores no estômago e diarreias constantes, além de sangramentos nas fezes.

Câncer do colo do útero

Como é causado pela infecção persistente pelo vírus HPV, o governo brasileiro tem investido em vacinas contra o vírus para prevenir novos casos. A infecção persistente pelo HPV é responsável por quase todos os cânceres de colo do útero e por inúmeros outros cânceres: vulva, vagina, ânus, pênis e orofaringe.
Muitas mulheres são infectadas pelo HPV, mas não desenvolvem câncer. Em outros casos, entretanto, há alterações nas células do útero, que podem evoluir para a doença. Evite o câncer do colo do útero fazendo exames de Papanicolau, que pode detectar essas alterações e possibilitar o tratamento no início. As chances de cura são altas, sobretudo nos primeiros estágios da doença.

Câncer de pele não melanoma

Talvez por causa do sol intenso, o câncer de pele é o mais comum no Brasil. É mais comum em quem tem mais de 40 anos e em pessoas com a pele muito clara, que não se protegem adequadamente dos raios solares. Previna-se evitando os horários em que o sol está mais forte (das 10h às 16h), usando o protetor solar adequado ao seu tom de pele.

Câncer de ovário

Ele é considerado o câncer ginecológico mais difícil de ser diagnosticado e também o mais fatal. Mulheres com histórico de outros casos de câncer na família, que tenham tomado estrogênio por mais de dez anos e que nunca tiveram filhos podem fazer parte do grupo de risco. Consulte o seu ginecologista para saber quais são as melhores medidas preventivas, já que o exame Papanicolau não detecta o câncer de ovário.
Segundo o Inca, no Brasil, a estimativa para 2016 é de 6.150 mulheres diagnosticadas com a doença, e ao menos 3.330 mortes. Os sintomas do câncer de ovário são discretos e tardios, ou seja, costumam aparecer apenas quando a doença já está em estágio avançado e espalhou-se por boa parte do aparelho reprodutor.

AUTO EXAME DA BOCA. Saiba como verificar a sua boca e surgimento de anormalidades.



Cuidados com a boca: Autoexame

Previna-se contra o câncer de boca, reduzindo o fumo e o álcool e fazendo uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes.


1. Lave bem a boca e remova próteses dentárias, se for o caso. Olhe atentamente a boca, sob luz adequada, e palpe as diversas regiões do céu da boca, língua, lábios e gengiva. Os tabagistas e etilistas devem estar ainda mais atentos e fazer o autoexame com frequência.
2. De frente para o espelho, observe a pele do rosto e do pescoço e examine se há algum sinal que não tenha notado anteriormente. Toque suavemente com as pontas dos dedos todo o rosto e procure por sinais e nódulos até então desconhecidos.
3. Observe também se o seu rosto está com os dois lados do mesmo tamanho.
4. Puxe com os dedos o lábio inferior para baixo, expondo a sua parte interna (mucosa). Em seguida, apalpe todo o lábio. Puxe o lábio superior para cima e repita a palpação. Observe se os lábios estão mais avermelhados ou esbranquiçados em algum ponto.autoexame de boca
5. Com a ponta do dedo indicador, afaste a bochecha para examinar a sua parte interna. Faça isso nos dois lados.
6. Com a ponta do dedo indicador, percorra toda a gengiva superior e inferior.
7. Introduza o dedo indicador por baixo da língua e o polegar da mesma mão por baixo do queixo e procure palpar todo o assoalho da boca.
8. Incline a cabeça para trás e, abrindo a boca o máximo possível, examine atentamente o céu da boca. Palpe com o dedo indicador todo o céu da boca. Em seguida, diga ÁÁÁÁ... e observe o fundo da garganta.
9. Ponha a língua para fora e observe a parte de cima. Repita a observação com a língua levantada até o céu da boca. Em seguida, puxando a língua para a esquerda, observe o lado esquerdo da mesma. Repita o procedimento para o lado direito.autoexame de boca10. Observe se a língua está mais esbranquiçada ou avermelhada em algum ponto ou machucada. Sinta se algum local da língua dói mais do que outros quando você passa o dedo ou escova os dentes.autoexame de boca
11. Estique a língua para fora, segurando-a com um pedaço de gaze ou pano. Apalpe-a em toda a sua extensão com os dedos indicador e polegar da outra mão.
12. Examine o pescoço. Compare os lados direito e esquerdo e veja se há diferenças entre eles. Depois, apalpe o lado esquerdo do pescoço com a mão direita. Repita o procedimento para o lado direito, palpando com a mão esquerda. Veja se existem caroços ou áreas endurecidas.autoexame de boca
13. Finalmente, introduza o polegar por debaixo do queixo e apalpe suavemente todo o seu contorno inferior.

O que procurar?
• Mudanças na aparência dos lábios e da porção interna da boca, endurecimentos, caroços, feridas, sangramentos, inchações e áreas dormentes.
• Mudança de coloração.
• Áreas irritadas debaixo de próteses (dentaduras ou pontes móveis).
• Feridas que não cicatrizam em duas semanas.
• Dentes quebrados ou amolecidos.

Recomendações
• Faça o autoexame da boca mensalmente.
• Se notar alguma anormalidade, procure imediatamente um dentista ou um médico especialista (Cirurgião de Cabeça e Pescoço).
• Ao observar alterações na fala e na deglutição, por mais de 15 dias consecutivos, procure orientação médica.
Juntos na luta contra o câncer.
Abril. Mês de Conscientização sobre o câncer de boca.



Chá da Tarde para Mulheres em Bilac, beneficente para a Rede Feminina do Combate ao Câncer de Bilac



https://www.facebook.com/events/749662755170622/?acontext=%7B%22action_history%22%3A%22null%22%7D

quarta-feira, 6 de julho de 2016


A Rede Feminina de Combate ao Câncer, realizará o Chá Beneficente no Clube Social de Bilac, no dia 31 de julho, às 14 hrs.

Contamos com sua presença!