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terça-feira, 26 de julho de 2016

Ser VOLUNTÁRIO é Ser Humano!


O voluntariado é uma oportunidade excepcional para a prática do bem e da solidariedade.

Ser voluntário é muito mais que oferecer uma parte de seu tempo, é muito mais que olhar para a necessidade do outro, muito mais que fazer parte de uma maravilhosa corrente, muito mais que colocar o seu entendimento e experiência em benefício do todo, vai além das expectativas do ser humano e o coloca em destaque, tanto para quem doa, tanto para quem recebe.

O voluntário é um guerreiro silencioso que não busca fama, dinheiro ou oportunidade de riquezas, apenas dá o que tem de melhor. A visão do voluntário é ampla e bela, pois tem um alcance infinitamente maior sobre o que acontece ao seu redor e se integra a estas condições sempre com muita entrega e determinação.

Uma frase que ouvimos constantemente é: 
“Gostaria tanto de ajudar, mas não sei como.”

É muito fácil! Somente basta desejo de ajudar, aliado ao comprometimento com a causa.

Ser voluntário é Ser Humano…

Seja um voluntário!


quinta-feira, 14 de julho de 2016

Exercícios mentais devem ser feitos regularmente

É natural que ocorra um declínio das funções mentais
É natural que ocorra um declínio das funções mentais

Assim como os exercícios musculares que são recomendados a serem realizados regularmente, as atividades cerebrais também devem seguir o mesmo ritmo, sempre aguçando os sentidos como olfato, gosto, tato, audição e visão, além da inteligência e da memória.

Com o passar do tempo e o avanço da idade, é natural que ocorra um declínio das funções mentais. Diversos países já realizaram muitos estudos científicos e tais pesquisas mostram claramente que o declínio mental que ocorre devido ao avanço da idade pode ser evitado.

A atividade realizada para promover o desempenho mental é denominada de “Fitness” Cerebral. É importante identificar as diversas habilidades mentais e exercitá-las regularmente, sem contar que também é preciso estimular as percepções, memória – tanto antiga como a recente – noções espaciais, habilidades lógicas e verbais, entre outras.

“Os exercícios cerebrais são ótimos estímulos para o funcionamento da memória de pessoas da terceira idade. Dentro da fonoaudiologia, podem ser utilizados nas terapêuticas para doenças neurológicas como o Alzheimer”, ressalta a fonoaudióloga e tutora do Portal Educação, Carolina Cysne.

A partir da necessidade de exercitar o cérebro, foi criada a Oficina de Memória que é um trabalho envolvendo estudo da memória, suas características e os fatores que atuam sobre ela. É um método utilizado de maneira simples e divertida que vem sendo aprimorado ao longo dos anos.

Estou perdido ou (de fato) seguindo minha verdade?

 
 Todos os dias ouço histórias de pessoas que deixaram de lado seus sonhos porque não tiveram tempo, energia ou coragem suficientes para prosseguir.
Ouço também aqueles que estão perdidos, presos numa vida que não lhes traz muito sentido, que não parece estar alinhada com quem de fato eles são. E acabam experimentando sentimentos de ansiedade e confusão.
Mas como ter uma pista sobre estar ou não seguindo o caminho que é seu de verdade? Como saber se as escolhas que faço hoje estão alinhadas com quem eu sou? Como saber se estou só seguindo uma roda viva ou se estou criando meu próprio caminho?
Ao iniciar essas reflexões, muitas dessas pessoas acabam se encontrando e retomando seus sonhos. Mas muitas também se deparam com diversas dificuldades e, por conta disso, desistem de vez e arquivam seus desejos de outrora.
Se você também se sente perdido, se não sabe se suas escolhas estão no caminho certo, talvez esse artigo possa ajudá-lo nessa reflexão.

Por isso, o que sempre digo para meus pacientes e coachees é: observe seus próprios sentimentos. Eles irão te nortear sobre que caminho faz sentido para você mesmo. Porque uma vez que você começa a perseguir sua verdadeira paixão, você vai se sentir leve, cheio de energia e cheio de orgulho por ter vencido a si mesmo.
Para você, desejo uma excelente caminhada!

4 maneiras construtivas de lidar com as críticas

Use a crítica ou julgamento como energia para ser melhor
Use a crítica ou julgamento como energia para ser melhor
Se você faz parte de uma equipe de trabalho, uma família, uma turma de escola, uma vizinhança, então você já teve de passar por situações como essas:
- Já te criticaram por algo que você disse,
- Já te julgaram por algo que você fez (ou não fez),
- Já te criticaram por alguma opinião que você deu,
- Já te julgaram pelas amizades que você coleciona.

O tempo todo somos julgados por quem demonstramos ser, por nossas supostas falhas, por nossos erros reais. Mas, enquanto a vontade é a de virar as costas para quem nos julga ou nos critica, talvez essa seja exatamente a oportunidade que temos de crescer e amadurecer.

Tenho dito aqui nos artigos anteriores que as pessoas não estão em nossa vida por acaso. O mesmo pode-se dizer sobre as situações que vivenciamos. Sei que é terrível receber críticas ou ser julgado, mas podemos utilizar essas situações para construirmos tijolo por tijolo nossas forças e derrubarmos tijolo por tijolo nossas fraquezas.

Portanto, quando receber críticas, tente seguir os passos a seguir:


#1
Respire por um momento, defina seus limites, e responda, sem ficar na defensiva
A crítica, independentemente de boa ou má, pode nos afetar negativamente. Portanto, antes de reagir, respire por um momento e peça um tempo ao interlocutor para pensar a respeito da crítica. Explique que você ouviu o que foi dito, mas que não consegue digerir aqui e agora. Diga que gostaria de retomar a conversa assim que refletir sobre o assunto.

Se a crítica ocorre por texto (e-mail, whatsapp etc), tente não responder imediatamente. Afaste-se do texto, vá fazer outra atividade, tome um banho gostoso, faça qualquer outra coisa para refrescar seus pensamentos. Só depois de ter relaxado um pouquinho, esforce-se para responder da forma mais madura que conseguir, sem ficar na defensiva, sem ironias e sem provocar novo conflito. Tente aprender com o que lhe foi dito.


#2
Foque nos fatos, não no tom nem na forma que foi criticado ou julgado
Num mundo ideal, todos deveríamos ser mestres na maneira de nos comunicar com os demais, mas isso está longe de ser a realidade. Mesmo quando estamos com a melhor das intensões e com o melhor dos conselhos, uma má escolha de palavras pode colocar tudo a perder.

Da mesma forma, um feedback maldoso pode muito bem conter críticas construtivas e verdadeiras. Por isso é importante focar nos fatos, não no tom nem na forma. Concentre-se nas ideias do que lhe foi dito. Evite desperdiçar energia no sentimento de vitimização ou de auto-piedade. Canalize seus pensamentos e atitudes para construir algo positivo a partir daí.


#3
Use a crítica ou julgamento como energia para ser melhor, não como motivo para deixá-lo(a) para baixo
Quando passamos por alguma situação difícil, nossa melhor alternativa é usá-la para crescer e seguir adiante. Não é possível viver uma vida imune às críticas, isso faz parte da vida de qualquer um. E muitas delas, por mais doloridas que sejam, são até verdadeiras. É preciso ter humildade para ouvi-las.

Podemos usar a situação para nos motivas, para nos superar, para alcançar algum autoconhecimento sobre nossos erros, falhas, vacilos. 

Podemos escolher amadurecer, mesmo que não seja nada fácil.


#4
Entenda o ponto de vista de quem está criticando ou julgando
Entender o ponto de vista do interlocutor não significa concordar com ele. Significa entender por que ele pensa assim. Será que o contexto no o qual foi criado e educado foi diferente do seu? Será que a família que o criou passou que tipo de valores e princípios para ele(a)? Será que a pessoa vem de outra religião, outra cultura, outra época, outra cidade, outro país?

Se você perceber que a pessoa tem uma forma de enxergar o mundo bem diferente de você, talvez um caminho seja separar a mensagem em pontos a considerar e pontos a desconsiderar.

Não descarte todo o conteúdo da crítica, pois você pode aumentar ainda mais sua forma de enxergar o mundo, aumentando também sua zona de conforto.

E lembre-se: só é criticado aquele que aparece. Como diria o filósofo Elbert Hubbard, “para evitar críticas, não faça nada, não diga nada, não seja nada”.

Psicoterapia pode ser a cura para problemas emocionais



A psicoterapia vem sendo estudada há muito tempo
A psicoterapia vem sendo estudada há muito tempo

Problemas emocionais e de relação são resolvidos com conhecimento científico da psicoterapia.

O sofrimento humano muitas vezes é menosprezado e as pessoas que sentem não sabem lidar com as dificuldades. Os sintomas podem surgir com um simples conflito, podendo ir até a transtornos psicopatológicos e crises existenciais.

Na psicoterapia a pessoa pode se desenvolver, amadurecer, se conhecer, sendo uma coisa que acontece naturalmente com cada indivíduo e que alguns sentem mais dificuldade.

A psicoterapia é constantemente utilizada no tratamento de pessoas com transtornos psicológicos, transtorno de personalidade, esquizoide, entre varias outras variações.

A psicoterapia vem sendo estudada há muito tempo, desenvolvendo resultados cada vez mais significativos. Geralmente os prazos de tratamento variam de pessoa para pessoa dependendo da gravidade do problema. Hoje a psicoterapia consegue resultados almejados em torno de 3 anos de tratamento

As dores que passamos nos ajudam a amadurecer?

As dores que passamos nos ajudam a amadurecer?
As dores que passamos nos ajudam a amadurecer?

O quanto nossas dores (físicas, emocionais, financeiras...) nos ajudam a crescer? Certamente elas ajudariam muito mais se tivéssemos olhos e coração abertos o suficiente para enxergar as maravilhas que podem se esconder por trás de cada situação que passamos.


Escuto muitos ainda questionarem essa ideia. Não concordando ou não entendendo como algum tipo de dor faria um ser crescer e amadurecer. Pois bem, muitas vezes estamos tão inseridos em uma situação que não conseguimos enxergar ou perceber nada além dos nossos olhos físicos. A dor é real, a pessoa está sentindo realmente a dor no corpo físico, dores de cabeça, musculares, doenças, tratamentos médicos. No seu emocional, tristezas, perdas, luto, separações, ansiedade, medos, culpas, situações afetivas. Na parte financeira, desemprego, dívidas, contas, nos alimentar, nos vestir, estudar, enfim, viver e sobreviver. Tudo isso e outras mais nos causam dor, sem sombra de dúvida. Alguns sentem mais um tipo de dor e tiram de letra outras. Se entendermos que aonde a dor aperta mais é justamente aí que temos um aprendizado a ser feito aceitaríamos talvez como um ciclo a ser passado. E se a dor é inevitável e o sofrimento é opcional; o que ainda não entendemos, ou o que precisamos fazer para que não soframos com as situações?


Pois bem, na frase muito verdadeira em que afirma-se que o sofrimento é opcional, realmente ele é. Uma vez que cada um reagirá de uma forma diferente, perante as situações. Nesse momento podemos fazer um exercício e olhar para nossa vida, procurar ver que situações já passamos e tivemos sofrimento. Após esse exercício procuremos ver a forma que reagimos frente a ele. Muitas pessoas se apegam ao sofrimento, carregam-no vida afora, como se ele fosse uma extensão do próprio corpo. Não buscam auxílio para eliminá-lo, mas sim ficam na queixa, na vitimização, aprendem a conviver com ele, assim não descobrindo a verdadeira causa que poderia auxiliar a extingui-lo.


Existem muitas formas de superar e não se apegar ao sofrimento; delimite-se um tempo para lamentar, viver a situação, passar pelo processo da dificuldade em questão. Precisamos entender o que temos que aprender com a situação. Após isso, tome a atitude de eliminar a postura vitimista e, se perceber que as coisas continuam na mesma, o sentimento não melhora, não está conseguindo sair da situação, pelo contrário os sintomas estão aumentando, procure ajuda de alguém capacitado para auxiliar. Para cada área há um profissional que já atendeu e acompanhou vários casos parecidos ou iguais aos seus.


Mas e voltando ao assunto em que a dor pode nos fazer crescer e evoluir? Muitos não entendem como isso poderá acontecer. De modo “simples”, primeiramente nos questionando o que tenho que aprender e compreender? O que posso/devo mudar? De modo simples, podemos dizer que ela nos auxilia a enxergar características que achávamos não possuir, ou, vendo de outra forma nos faz desenvolver atributos. A dor (novamente entenda-se dor tanto como as emocionais, físicas, financeiras, etc.) pode nos tornar mais fortes, menos ranzinza, pode nos ensinar a ter mais compaixão pelo próximo, a sermos mais humildes, a ter mais paciência, sermos menos egoístas assim mais altruístas, mais corajosos, desapegarmos do material, aprendermos a viver de uma forma mais simples, a nos doarmos mais, a sermos mais leves, mais espiritualizados, mais alegres e mais felizes.


Então, ela realmente pode nos ajudar a crescer e evoluir, mas não fará isso sozinha. Isso dependerá da nossa postura frente a ela e do nosso necessário desapego dela. Cabe a cada um fazer sua parte, porque essa ninguém fará por nós. E convenhamos, é tão bom convivermos com pessoas alegres, leves e felizes, não é? Você não gosta? Então decida por ser essa pessoa você também.